sexta-feira, 7 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Redes sociais podem ser amigas dos seus estudos.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
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Hoje resolvi postar diferente... Então lá vai, hehe:
Se você considera Facebook, Twitter e YouTube companheiros só para a hora do lazer, está na hora de pensar diferente. Ferramentas como essas podem ser seus melhores amigos nos estudos, dizem especialistas de tecnologias da educação.
Quer escrever melhor? Conte com a ajuda de Twitter, Wikipédia e um blog. Treinar línguas estrangeiras? O Facebook pode dar uma bela mão. Entender melhor a reprodução das plantas gimnospermas? Talvez a resposta esteja lá no YouTube, entre todos aqueles vídeos de palhaçadas. São usos como esses e muitos outros que estão fazendo das ferramentas aliadas do aprendizado.
As novas tecnologias nos tornaram consumidores vorazes de informação. Ao mesmo tempo, nos deram instrumentos poderosos para nos comunicar com quantas pessoas quisermos. “Nesse processo, podemos aprender muito mais sobre nós mesmos e o mundo”, diz Will Richardson, em seu livro Blogs, wikis, podcasts and other powerful Web tools for classrooms (Ed. Corwin, sem tradução para o português).
NÃO CAIA EM ARMADILHAS
Mas para tirar o melhor proveito da internet sem cair em armadilhas, é preciso responsabilidade e um tanto de cuidado. Isso é verdade principalmente para os mais novos, que em muitos casos aprenderam sozinhos a se virar no mundo virtual sem ter um guia. “A escola precisa ajudá-los nisso, pois tem por função preparar os alunos para a vida. Essa função cabe também aos pais”, diz Marcos Telles, consultor da DynamicLab, empresa especializada no uso da tecnologia no ensino.
É preciso preparo para entender as consequências do que se faz na internet. Também é essencial ter em mente que nem toda informação é confiável. Isso vale para os adultos também, para protegerem a si próprios e desempenharem o papel de mediadores na hora de falar sobre o assunto com os pequenos.
“É um trabalho em parceria. Os jovens sabem mais sobre tecnologia, enquanto os mais velhos têm mais noção sobre os riscos envolvidos”, diz Valdenice Minatel, coordenadora do Departamento de Tecnologia Educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo (SP).
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sábado, 27 de agosto de 2011
Homem-Aranha negro e o Universo Ultimate da Marvel
sábado, 27 de agosto de 2011
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O Homem-Aranha morreu e agora será substituído por um menino negro. Essas notícias correram o mundo, aparecendo em sites que geralmente não falam muito de HQs, e acabaram confundindo muita gente. Esse Peter Parker que morreu não foi o que usualmente vemos nas bancas, foi o Homem-Aranha Ultimate. Mas o que diabos é esse Ultimate? É isso que vou explicar.
Nós já discutimos antes como a teoria dos Multiversos é aplicada nas HQs. Sabemos que as editoras estabelecem diferentes universos para poder contar histórias que não caberiam no universo normalmente utilizado. O universo da Marvel mais utilizado nas HQs é o 616. Esse é o do Homem-Aranha com a Gwen morta, onde ele se casou com a Mary Jane (e já terminaram), enfim, aquele em que o Peter cresceu. Esse universo é (quase) o mesmo desde o inicio das HQs da editora, sendo que as histórias do Capitão América, Quarteto Fantástico e todas outras se passam como conhecemos.
Numa tentativa de atualizar suas histórias para um público novo sem perder o que faz a editora vender, a Marvel criou um segundo Universo com várias histórias, conhecido Ultimate (no Brasil foi chamado pela Abril de Século 21 e pela Panini de Millenium) ou pelo número 1610 (quase toda realidade tem um número que a denomina). Com isso, eles puderam deixar a maioria dos personagens mais jovem que no 616, aproximando ainda mais do público que eles dizem que é o maior. Alguns personagens, aqueles que tem suas origens contadas desde a número 1, são ainda adolescentes, como os X-MEN e o próprio Homem-Aranha. Os que começam já com os poderes, os ganharam mais cedo, como no caso do Quarteto Fantástico.
Tudo é feito para ser mais “plausível”. Por causa disso, as origens foram recontadas, e conceitos como realidades paralelas, seres extraterrestres e magia são menos comuns que no Universo 616. A morte é (ou pelo menos tenta ser) algo definitivo, por isso o estardalhaço da morte do Homem-Aranha. Além disso, muitas das origens dos personagens estão ligadas aos experimentos com os Super Soldados, sendo exceções os mutantes e Thor. Nesse mundo, Capitão foi quando o Soro deu 100% certo, sendo que a maioria das outras tentativas, como o Hulk, o Duende Verde e até mesmo o próprio Homem-Aranha, são tentativas falhas. As histórias são, como podem ver, bem interligadas, e acontecimentos de uma revista refletem nas outras.
Por poder deixar um pouco a parte infantil que as HQs do 616 trazem com elas, os roteiros são mais densos e fortes, com várias criticas embutidas, como por exemplo a violência contra a mulher. Tudo para mostrar como esses personagens podem pertencer a HQs adultas, algumas vezes beirando ao exagero. Até incesto o Universo Ultimate tem. E claro, eles também trazem com eles a diversidade. Esse ano, muitas das perguntas da COMIC-CON foram relativas a diversidade em revistas em quadrinhos. Aproveitando o Universo novo, ela modificou certos personagens para que outras minorias possam aparecer. Colosso dos X-MEN, por exemplo, é gay. Nada mais natural que o novo Homem-Aranha seja negro e com descendência latina.
A estreia do Universo Ultimate aconteceu em 2000, com o próprio Homem-Aranha, seguido dos X-MEN Ultimate e os Supremos. Em 2001 eles publicaram o Quarteto Fantástico. No Universo 616, o nome do grupo de heróis principal é Vingadores (em inglês, Avengers). Já no Ultimate, eles são chamados de Supremos (Ultimates). Muito do que aparece nos filmes da Marvel tem como base o Universo Ultimate. Algumas diferenças encontradas nos longas dos X-MEN, Capitão América, Homem de Ferro, e em todos os outros vem dessa nova cronologia.
Eu particularmente não gosto do Universo Ultimate, por meus próprios motivos. Mas acredito que, pelas origens recontadas, e por ser uma revista mais recente, elas são menos confusas, tanto para leitores que não conhecem muito bem o Universo 616, como para antigos. Vale lembrar que elas estão entre as mais vendidas da Marvel, atualmente. Recomendo que vocês leiam e tirem suas próprias conclusões. Mas por favor, antes de dizer que odeiam um personagem (como por exemplo o Hank Pym do Ultimate, que é um babaca), lembrem-se que esse é outro Universo, então digam “eu detesto do Hank Pym do UNIVERSO ULTIMATE”. Não tirem conclusões precipitadas sobre o 616 a partir do que lerem no 1610. Esse é um pedido de uma grande fã do Hank do 616.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Onde está Wall-E?
terça-feira, 23 de agosto de 2011
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Inspirado no famoso livro “Onde está Wally?” o designer Richard Sargent criou essa imagem utilizando vários robôs famosos dos filmes, games e quadrinhos.
Where’s Wall-E?
Clique na imagem para ampliar
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Capitão América - na visão de um fã de HQs
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
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SPOILER
Ontem eu assisti um filme interessante com a minha família. Capitão América. E Capitão América estreou no mundo todo. E foi mais um passo para a empreitada da Marvel de fazer o maior filme de heróis da história, um feito inédito, que está deixando qualquer fã de ansioso. Os Vingadores. E foi assim que o filme soou, como uma introdução. Tudo foi feito para que Os Vingadores seja como uma continuação, incluindo o final do Caveira Vermelha.
Preciso dar os parabéns para os criadores desse filme. Eu sempre me pegava imaginando como iriam adaptar certas partes da história, que seriam por demais esquisitas ou antiquadas para o mundo de hoje. Mas eles contornaram muito bem. Diferente da maioria dos filmes baseados em quadrinhos, as diferenças não fizeram com que eu deixasse o cinema com um dúvidas sobre a motivação dos roteiristas. Eu fui capaz de entender.
Para começar, o próprio Capitão. Tanto ele quanto Bucky foram baseados no Universo Ultimate, onde Bucky, ao invés de ser uma criança em plena guerra, é o melhor amigo que realmente protegia Rogers. E sim, Rogers era insano para entrar no exército. A cena de como ele vira o Capitão América ficou fiel a como ocorreu no Universo Ultimate. Os atores Chris Evans e o Sebastian Stan estavam muito bons. Evans mostrou que podia fazer o Capitão, uma coisa que muitos duvidavam. Eu achei que faltou um pouco de “classe”, mas isso se deve ao fato de Rogers ser um personagem antigo e um pouco mais velho que o ator. A parte de como ele recebeu o nome Capitão América ficou engraçadinha. E o final do Bucky, criado para o filme, foi ótimo e ainda deu pano pra manga para o Soldado Invernal.
Para mim, só o fato de ter os Howling Commandos já foi uma vitória. Os rapazes dessa divisão eram comandados pelo próprio Nick Fury, mas como a versão dos filmes dele é baseada na Ultimate, isso não aconteceu. Para minha felicidade, eles mantiveram alguns dos personagens como Gabriel Jones (o negro), o britânico Percival “Pinky” Pinkerton (o da boina), o judeu Izzy Cohen (o menor com bigodinho) e claro, o Dum Dum Dungan (o do bigode). O asiático, eu acredito, foi uma alternativa para Eric Koenig, que era alemão mas estava do lado dos Aliados. Havia também Dino Manelli, um italiano-americano (o personagem nas HQs lembrava o Dean Martin), e Rebel Ralston, que não apareceram no filme. Os Howling lutaram na Segunda Guerra, e não podiam mesmo ser deixados de fora.
Um dos maiores inimigos dos Howling Commandos era o Barão von Strucker, que viria a criar a HYDRA. E aí que há algumas das diferenças mais marcantes. No filme, a HYDRA foi criada pelo próprio Caveira Vermelha. Mas longe disso ser ruim, foi apenas uma pequena adaptação. E o Caveira Vermelha não foi criado pelo doutor Erskine, mas treinado a mando de Hitler para ser o Nazista Perfeito, sendo a cara de caveira apenas uma máscara. Mas no filme, tudo precisa ser adaptado para chamar o público. Eu particularmente gostei da participação do nazismo. Foi pequena, pois o foco não era esse. Capitão América não é um filme de guerra e ainda precisa vender bonequinhos. Não precisavamos ver Hitler ou os horrores do Holocausto.
Certos nomes existiram mesmo nos quadrinhos, e isso deu uma certa fidelidade, mesmo que mínima, a história. Erskine realmente criou o Capitão, Chester Phillips era o General que estava no projeto (apesar de ter sido ele quem recrutou Rogers), e sim Peggy Carter teve um romance com o herói. Mas ela era da Resistência Francesa, e eles não ficaram tanto tempo juntos. E Howard Stark, pai de Tony, realmente fez armas para os EUA, e chegou a ser capturado pelo Caveira Vermelha por isso, sendo salvo pelo próprio Capitão, Bucky e os Howling Commados. Só fiquei triste porque não foi o presidente Roosevelt que deu o escudo redondo para o Capitão. Ia ser épico.
Quanto ao Cubo Cósmico, até acho que poderiam ter falado um pouco mais dele, só que estão fazendo de tudo para que o filme dos Vingadores fique mais interessante. Mas mesmo assim, uma adaptação muito boa. O único problema é a superficialidade. Tudo pareceu ocorrer rápido, muitas vezes parecendo que os personagens não tinham a ligação que precisavam ter. Típico de filmes que contam a origem dos personagens, feito para todas as idades. Esse negócio de vender bonecos acaba um pouco com a história de qualquer filme. Todos se tornam “felizes” e engraçadinhos. Porém, os roteiristas souberam misturar o Universo Ultimate com o 616, além de fazerem adaptações próprias para que não ficasse cruel demais como no primeiro, ou pouco realista como no segundo. Para quem estava achando que ia ser um verdadeiro fiasco, o filme impressionou.
Agora, esqueçam tudo o que leram e vão para o cinema, pois ficar com a opinião dos outros na cabeça estraga o filme. Eu não quero que fiquem pensando que vai ser ótimo e no final, não foi tudo isso. Depois, comentem se concordaram ou não com o que eu disse. Mas eu gostei, Chris Evans fez um bom Capitão e a Marvel está de parabéns com os filmes desse ano. Thor e Capitão simplesmente me fizeram querer MUITO que 2012 chegue logo, pois todos eles juntos, na mesma tela, vai ser fenomenal.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O Disfarce dos Gatos
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
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Vocês viram? Ele tava latindo! Aí chegou uma pessoa e ele foi parando e começou a miar, que cretino!
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