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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

HQs - Famílias Poderosas

quinta-feira, 20 de outubro de 2011 0

Família que luta unida, permanece unida. Esse parece um lema nas HQs. Mas acontece que algumas delas realmente gostam de defender ou atacar o mundo. Bons ou maus, famosos ou não, muitos heróis e vilões tem família (mesmo que a maioria de vezes ela esteja morta). Vamos conhecer algumas das mais famosas famílias das HQs.
Eu tentei escolher famílias grandes que defendem o mundo, o Universo, ou tentam acabar com ele. Então, evitei coisas como só dois irmãos, ou apenas pai e filho. Nos comentários, tentem se lembrar disso.
A família de Magneto
Ele é um dos maiores vilões da Marvel. E um personagem que adora fazer filhos. Isso sem contar as outras realidades (ele tem filho com a Vampira na Era do Apocalipse). Só na realidade em que as histórias da Marvel normalmente se passam (chamada 616), ele tem três, e todos famosos: a Feiticeira Escarlate, o Mercúrio e a Polaris. E eles tem filhos. A Feiticeira Escarlate tem 2 com Visão, os gêmeos Wiccano e Célere. E Pietro tem um com a Inumana Crystal, a pequena Luna.
Bat-família
Antes da DC reiniciar as contagens com as 52 revistas, Batman e os Robin eram uma família. Isso graças ao fato de que os meninos e a Cassandra Cain eram oficialmente filhos adotivos de Bruce Wayne, então, tinham direito a herança. E o Damian é, de fato, filho do Bruce Wayne com a vilã Talia, filha do poderoso Ra’s al Ghul.
Summers, Summers e mais Summers
Um dos primeiros alunos do Professor Xavier, o jovem Scott Summers ou Ciclope, possui uma família famosa. O senhor Christopher Summers e sua esposa tiveram três meninos: Ciclope, Havok e o vilão Volcano. Depois de achar que perdeu toda a família em um acidente de avião, Christopher ficou famoso pelo espaço como Corsário, o líder da nave Starjammer.  Seus dois filhos mais velhos se envolveram nos problemas mutantes e o mais novo, Volcano, dominou por um tempo o Império Sh’iar.
Ciclope tem um filho muito famoso, o poderoso Cable, com um clone da Jean Grey (a senhora Pryor), que adotou a Hope. E em outra realidade, ele e Jean tiveram Rachel Summers, que foi para a realidade mais usada pela Marvel, a 616. E claro, existem outros filhos de Scott, tanto com a Jean como com a Emma Frost, perdidos nas mais diversas realidades do Multiverso Marvel.
Os poderosos inumanos
A família real inumana. Raio Negro é o líder, casado com Medusa, irmã de Crystal que foi esposa de Mercúrio, o filho do Magneto. Ufa. O irmão de Raio Negro é Magnus, o louco. E ainda tem o restante da família real, o filho de Raio Negro, a filha de Crytal, Gorgon, Triton e Karnak.
 Uma família fantástica
De alguma forma, o Quarteto Fantástico é uma família. Senhor Fantástico e a Mulher Invisível são casados, pai de dois filhos: Franklin, que é mutante, e Valeria, que é muito inteligente. O irmão da Mulher Invisível é Johnny Storm, o Tocha Humana. E o Coisa e sua esposa, Alicia Masters, são padrinhos de Franklin.
Brainiac
Uma linhagem famosa, para o bem, ou para o mal. Desde o vilão Brainiac, aquele do Superman. Seu “filho”, Vrill Dox (na verdade, clone do Brainiac), fez seu nome pelo Universo, ao lado do Lobo. Vrill tem um filho, Lyrl Dox, que usa o nome Brainiac 3. Nessa linhagem, vem ainda Brainiac 4, e seu famoso filho, Brainiac 5, que pertence a Legião. E não para por aí, visto que no futuro, Brainy 5 ainda tem filhos, que tem filhos…
 
Os complicados Flash
Barry Allen, o Flash II, era namorado de Iris West. Seu primeiro mirim, o Kid Flash, era o sobrinho de Iris, Wally West. Wally teve dois filhos gêmeos, os pequenos Iris e Jai, com sua esposa Linda. E Barry, teve gêmeos também, Dawn e Don. O filho de Don é o segundo Kid Flash, Bart Allen. E sabem uma curiosidade interessante? O segundo Capitão Bumerangue, George Harkness, é irmão de Bart, por parte de mãe, que é sobrinha do Eobard Thawne, o Professor Zoom (maior inimigo de Barry). E Eobard é descendente distante do irmão gêmeo de Barry, Malcolm Thawne, logo, parente do próprio Barry. Deu para entender?

sábado, 27 de agosto de 2011

Homem-Aranha negro e o Universo Ultimate da Marvel

sábado, 27 de agosto de 2011 0

O Homem-Aranha morreu e agora será substituído por um menino negro. Essas notícias correram o mundo, aparecendo em sites que geralmente não falam muito de HQs, e acabaram confundindo muita gente. Esse Peter Parker que morreu não foi o que usualmente vemos nas bancas, foi o Homem-Aranha Ultimate. Mas o que diabos é esse Ultimate? É isso que vou explicar.
Nós já discutimos antes como a teoria dos Multiversos é aplicada nas HQs. Sabemos que as editoras estabelecem diferentes universos para poder contar histórias que não caberiam no universo normalmente utilizado. O universo da Marvel mais utilizado nas HQs é o 616. Esse é o do Homem-Aranha com a Gwen morta, onde ele se casou com a Mary Jane (e já terminaram), enfim, aquele em que o Peter cresceu. Esse universo é (quase) o mesmo desde o inicio das HQs da editora, sendo que as histórias do Capitão América, Quarteto Fantástico e todas outras se passam como conhecemos.
Numa tentativa de atualizar suas histórias para um público novo sem perder o que faz a editora vender, a Marvel criou um segundo Universo com várias histórias, conhecido Ultimate (no Brasil foi chamado pela Abril de Século 21 e pela Panini de Millenium) ou pelo número 1610 (quase toda realidade tem um número que a denomina). Com isso, eles puderam deixar a maioria dos personagens mais jovem que no 616, aproximando ainda mais do público que eles dizem que é o maior. Alguns personagens, aqueles que tem suas origens contadas desde a número 1, são ainda adolescentes, como os X-MEN e o próprio Homem-Aranha. Os que começam já com os poderes, os ganharam mais cedo, como no caso do Quarteto Fantástico.
Tudo é feito para ser mais “plausível”. Por causa disso, as origens foram recontadas, e conceitos como realidades paralelas, seres extraterrestres e magia são menos comuns que no Universo 616. A morte é (ou pelo menos tenta ser) algo definitivo, por isso o estardalhaço da morte do Homem-Aranha. Além disso, muitas das origens dos personagens estão ligadas aos experimentos com os Super Soldados, sendo exceções os mutantes e  Thor. Nesse mundo, Capitão foi quando o Soro deu 100% certo, sendo que a maioria das outras tentativas, como o Hulk, o Duende Verde e até mesmo o próprio Homem-Aranha, são tentativas falhas. As histórias são, como podem ver, bem interligadas, e acontecimentos de uma revista refletem nas outras.
Por poder deixar um pouco a parte infantil que as HQs do 616 trazem com elas, os roteiros são mais densos e fortes, com várias criticas embutidas, como por exemplo a violência contra a mulher. Tudo para mostrar como esses personagens podem pertencer a HQs adultas, algumas vezes beirando ao exagero. Até incesto o Universo Ultimate tem. E claro, eles também trazem com eles a diversidade. Esse ano, muitas das perguntas da COMIC-CON foram relativas a diversidade em revistas em quadrinhos. Aproveitando o Universo novo, ela modificou certos personagens para que outras minorias possam aparecer. Colosso dos X-MEN, por exemplo, é gay. Nada mais natural que o novo Homem-Aranha seja negro e com descendência latina.
A estreia do Universo Ultimate aconteceu em 2000, com o próprio Homem-Aranha, seguido dos X-MEN Ultimate e os Supremos. Em 2001 eles publicaram o Quarteto Fantástico. No Universo 616, o nome do grupo de heróis principal é Vingadores (em inglês, Avengers). Já no Ultimate, eles são chamados de Supremos (Ultimates). Muito do que aparece nos filmes da Marvel tem como base o Universo Ultimate. Algumas diferenças encontradas nos longas dos X-MEN, Capitão América, Homem de Ferro, e em todos os outros vem dessa nova cronologia.
Eu particularmente não gosto do Universo Ultimate, por meus próprios motivos. Mas acredito que, pelas origens recontadas, e por ser uma revista mais recente, elas são menos confusas, tanto para leitores que não conhecem muito bem o Universo 616, como para antigos. Vale lembrar que elas estão entre as mais vendidas da Marvel, atualmente. Recomendo que vocês leiam e tirem suas próprias conclusões. Mas por favor, antes de dizer que odeiam um personagem (como por exemplo o Hank Pym do Ultimate, que é um babaca), lembrem-se que esse é outro Universo, então digam “eu detesto do Hank Pym do UNIVERSO ULTIMATE”. Não tirem conclusões precipitadas sobre o 616 a partir do que lerem no 1610. Esse é um pedido de uma grande fã do Hank do 616.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O monstro

terça-feira, 23 de agosto de 2011 0
Releia. Se você saca um pouco de história, vai entender...

Os adolescentes

Ninguém entende os adolescentes, que injustiça.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Capitão América - na visão de um fã de HQs

quinta-feira, 4 de agosto de 2011 0

SPOILER
Ontem eu assisti um filme interessante com a minha família. Capitão América. E Capitão América estreou no mundo todo. E foi mais um passo para a empreitada da Marvel de fazer o maior filme de heróis da história, um feito inédito, que está deixando qualquer fã de ansioso. Os Vingadores. E foi assim que o filme soou, como uma introdução. Tudo foi feito para que Os Vingadores seja como uma continuação, incluindo o final do Caveira Vermelha.
Preciso dar os parabéns para os criadores desse filme. Eu sempre me pegava imaginando como iriam adaptar certas partes da história, que seriam por demais esquisitas ou antiquadas para o mundo de hoje. Mas eles contornaram muito bem. Diferente da maioria dos filmes baseados em quadrinhos, as diferenças não fizeram com que eu deixasse o cinema com um dúvidas sobre a motivação dos roteiristas. Eu fui capaz de entender.
Para começar, o próprio Capitão. Tanto ele quanto Bucky foram baseados no Universo Ultimate, onde Bucky, ao invés de ser uma criança em plena guerra, é o melhor amigo que realmente protegia Rogers. E sim, Rogers era insano para entrar no exército. A cena de como ele vira o Capitão América ficou fiel a como ocorreu no Universo Ultimate. Os atores Chris Evans e o Sebastian Stan estavam muito bons. Evans mostrou que podia fazer o Capitão, uma coisa que muitos duvidavam. Eu achei que faltou um pouco de “classe”, mas isso se deve ao fato de Rogers ser um personagem antigo e um pouco mais velho que o ator. A parte de como ele recebeu o nome Capitão América ficou engraçadinha. E o final do Bucky, criado para o filme, foi ótimo e ainda deu pano pra manga para o Soldado Invernal.
Para mim, só o fato de ter os Howling Commandos já foi uma vitória. Os rapazes dessa divisão eram  comandados pelo próprio Nick Fury, mas como a versão dos filmes dele é baseada na Ultimate, isso não aconteceu. Para minha felicidade, eles mantiveram alguns dos personagens como Gabriel Jones (o negro), o britânico Percival “Pinky” Pinkerton (o da boina), o judeu Izzy Cohen (o menor com bigodinho) e claro, o Dum Dum Dungan (o do bigode). O asiático, eu acredito, foi uma alternativa para Eric Koenig, que era alemão mas estava do lado dos Aliados. Havia também Dino Manelli, um italiano-americano (o personagem nas HQs lembrava o Dean Martin), e Rebel Ralston, que não apareceram no filme. Os Howling lutaram na Segunda Guerra, e não podiam mesmo ser deixados de fora.
Um dos maiores inimigos dos Howling Commandos era o Barão von Strucker, que viria a criar a HYDRA. E aí que há algumas das diferenças mais marcantes. No filme, a HYDRA foi criada pelo próprio Caveira Vermelha. Mas longe disso ser ruim, foi apenas uma pequena adaptação. E o Caveira Vermelha não foi criado pelo doutor Erskine, mas treinado a mando de Hitler para ser o Nazista Perfeito, sendo a cara de caveira apenas uma máscara. Mas no filme, tudo precisa ser adaptado para chamar o público. Eu particularmente gostei da participação do nazismo. Foi pequena, pois o foco não era esse. Capitão América não é um filme de guerra e ainda precisa vender bonequinhos. Não precisavamos ver Hitler ou os horrores do Holocausto.
Certos nomes existiram mesmo nos quadrinhos, e isso deu uma certa fidelidade, mesmo que mínima, a história. Erskine realmente criou o Capitão, Chester Phillips era o General que estava no projeto (apesar de ter sido ele quem recrutou Rogers), e sim Peggy Carter teve um romance com o herói. Mas ela era da Resistência Francesa, e eles não ficaram tanto tempo juntos. E Howard Stark, pai de Tony, realmente fez armas para os EUA, e chegou a ser capturado pelo Caveira Vermelha por isso, sendo salvo pelo próprio Capitão, Bucky e os Howling Commados. Só fiquei triste porque não foi o presidente Roosevelt que deu o escudo redondo para o Capitão. Ia ser épico.
Quanto ao Cubo Cósmico, até acho que poderiam ter falado um pouco mais dele, só que estão fazendo de tudo para que o filme dos Vingadores fique mais interessante. Mas mesmo assim, uma adaptação muito boa. O único problema é a superficialidade. Tudo pareceu ocorrer rápido, muitas vezes parecendo que os personagens não tinham a ligação que precisavam ter. Típico de filmes que contam a origem dos personagens, feito para todas as idades. Esse negócio de vender bonecos acaba um pouco com a história de qualquer filme. Todos se tornam “felizes” e engraçadinhos. Porém, os roteiristas souberam misturar o Universo Ultimate com o 616, além de fazerem adaptações próprias para que não ficasse cruel demais como no primeiro, ou pouco realista como no segundo. Para quem estava achando que ia ser um verdadeiro fiasco, o filme impressionou.
Agora, esqueçam tudo o que leram e vão para o cinema, pois ficar com a opinião dos outros na cabeça estraga o filme. Eu não quero que fiquem pensando que vai ser ótimo e no final, não foi tudo isso. Depois, comentem se concordaram ou não com o que eu disse. Mas eu gostei, Chris Evans fez um bom Capitão e a Marvel está de parabéns com os filmes desse ano. Thor e Capitão simplesmente me fizeram querer MUITO que 2012 chegue logo, pois todos eles juntos, na mesma tela, vai ser fenomenal.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Chefões dos games, like a boss!

quarta-feira, 27 de julho de 2011 0

I'm Sephiroth and i'm your final fantasy!
Like a boss!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Oh! E agora quem poderá me defender?

terça-feira, 26 de julho de 2011 0


EUUUUUUUUUUU!...WAT?!
Entrada a la chapolin! Só não entendi por que ele ficou latindo...
 
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